O vídeo comenta sobre o fenômeno da uberização e o impacto que essas novas formas de relações de trabalho, dentre elas os entregadores de aplicativos (Ifood, Raap, Uber eat ) causam na sociedade.
ATIVIDADE
Assista ao vídeo, pesquise sobre a diferença entre os termos emprego/trabalho, bem-estar social, sociedade em rede e responda:
1. Essas novas formas de trabalho são benéficas aos trabalhadores? Explique sua resposta.
2. O fato dessas empresas não terem vínculo empregatício com os trabalhares desresponsabilizando-os dos direitos sociais (férias, décimo terceiro, fgts, aposentadoria) é bom para o empregado ou para o empregador? Por que?
O vídeo comenta sobre o
fenômeno da uberização e o impacto que essas novas formas de relações de
trabalho, dentre elas os entregadores de aplicativos (Ifood, Raap, Uber eat )
causam na sociedade.
ATIVIDADE
Assista ao vídeo, pesquise
sobre a diferença entre os termos emprego/trabalho, bem-estar social, sociedade
em rede e responda:
1. Essas novas formas de
trabalho são benéficas aos trabalhadores? Explique sua resposta.
2. O fato dessas empresas não
terem vínculo empregatício com os trabalhares desresponsabilizando-os dos
direitos sociais (férias, décimo terceiro, fgts, aposentadoria) é bom para o
empregado ou para o empregador? Por que?
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Biologia, Sociologia e Filosofia.
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Malba Thaisa
TEMA NORTEADOR: Depressão: Mal do Século
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.
ROTEIRO DE ESTUDOS
Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!
Cronograma de Atividades Carga horária: 3h
TEMA – Depressão: mal do século – Atividade 2ª série
Atividade Inicial: Observe as imagens abaixo, faça a leitura do
texto e assista aos vídeos com atenção para que você consiga desenvolver as atividades 2 e 3.
Prazo de conclusão: 21/05/2020
Depressão: é a doença incapacitante no mundo em
2020 segunda a OMS. O que fazer?
Depressão: Mal do Século
Depressão
e suicídio são assuntos que, de alguma forma, estão no radar de adolescentes e
adultos jovens. A discussão é impulsionada, por exemplo, por filmes e séries
que tratam os temas, como 13 Reasons Why, da Netflix. Mas apesar de estarem
'antenados' quando o assunto é saúde mental, esse mesmo público não se sentiria
à vontade para falar sobre depressão com a família, colegas de trabalho ou de
escola se recebesse o diagnóstico da doença.
A
constatação é de uma pesquisa feita pelo Ibope Conecta com dois mil
brasileiros, a partir dos 13 anos de idade, em diferentes regiões
metropolitanas do País. Segundo os resultados, 39% dos adolescentes de 13 a 17
anos dizem que não se sentiriam à vontade para dividir o problema com a família
e 49% não compartilharia o diagnóstico na escola ou no trabalho.
Entre
a população de 18 a 24 anos, a porcentagem é um pouco maior: 56% não contaria
aos colegas de trabalho ou de escola sobre o problema e o principal motivo
seria a percepção de que as pessoas não costumam levar a depressão a sério.
Os
dados são preocupantes porque a depressão é o principal fator de risco para o
suicídio e, ao contrário do que se pensava, não falar abertamente sobre esses
temas pode piorar a condição. Ou seja, esconder não é a solução. Outro alerta é
que o suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo
um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Os
adolescentes estão muito mais 'ligados', percebendo os sintomas, mas a pesquisa
revelou algo forte. Apesar de estarem 'ligados', eles não têm coragem de falar
que estão com depressão porque existe estigma, tabu, preconceito, como se não
fosse uma doença. Eles têm noção [da depressão], mas também têm noção do quanto
ainda tem preconceito", avalia a psiquiatra Alexandrina Meleiro, do
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo.
Segundo
a especialista, o preconceito que existe contra a depressão afeta os jovens a
ponto de eles evitarem reconhecer que estão sofrendo da doença. A desinformação
também é outro fator que contribui negativamente. Na faixa etária de 18 a 24
anos, a pesquisa mostrou que 26% considera que a depressão é uma 'doença da
alma' e 29% não está totalmente convencido de que a doença é semelhante a qualquer
outra e pode ser tratada com sucesso.
Entre
os mais jovens, de 13 a 17 anos, 23% acredita que não existem sintomas físicos
na depressão, porque ela seria "apenas um momento de tristeza".
"As pessoas entendem a doença mental como falha de caráter", justifica
o médico psiquiatra Primo Paganini sobre essa percepção errada. "A
depressão é um desafio, porém jamais uma fraqueza. Ela é uma condição física
com repercussão psíquica, precisa tratar com medicação e psicoterapia",
afirma o especialista, diretor-médico da eCare.
Os
sintomas físicos da depressão incluem consequências cardiovasculares, aumento
da glicemia e do colesterol, risco de trombose, enfarte e arritmia. "Uma
doença mental que começou com estresse ou trauma faz morrerem neurônios no
cérebro e diminuir o nascimento de novos, processo chamado de
neurogênese", explica Paganini. Um evento traumático libera proteínas
inflamatórias pelo corpo, que vão agir para aumentar a resposta agressiva e do
medo e reduzir a capacidade de memória e controle do estresse.
Depressão em adolescentes
Segundo
os especialistas, a irritabilidade é a principal característica da depressão em
adolescentes, diferente do humor deprimido que fica mais claro em adultos. Isso
pode fazer com que as pessoas ao redor confundam a doença com a manifestação
típica da chamada 'aborrecência'.
"Normalmente,
a irritabilidade típica não vem acompanhada de baixa autoestima, sensação de
inferioridade ou questionamentos da própria competência", alerta Paganini.
Ele orienta que família, amigos e escola fiquem atentos a um comportamento mais
isolado. Os adolescentes não têm hábito de queixas emocionais psíquicas e que é
preciso ajudá-los a buscar essa expressão.
Segundo
Paganini, existe resistência em perceber a depressão em pessoas nessa faixa
etária. "Muitos pais entendem a depressão ou a ansiedade na adolescência
como culpa deles. Eles se sentem ofendidos quando falamos que o filho está
deprimido ou perguntamos se tem ideação suicida. Tem resistência porque eles
entendem a doença mental como doença de louco e na verdade é [doença]
cívica", afirma.
Depressão e suicídio
A
depressão é uma doença psiquiátrica que causa tristeza profunda e pessimismo,
sentimentos que podem culminar em comportamentos suicidas. Uma revisão
sistemática de 31 artigos sobre o tema apontou que 35,8% das pessoas que
cometeram suicídio tinham transtornos de humor, classificados como depressão.
Embora
a ideação suicida esteja presente em 60% das pessoas com depressão, segundo o
Manual da Psiquiatria Clínica, 15% delas se suicidam. Ou seja, nem toda pessoa
diagnosticada com depressão cometerá suicídio, mas os sintomas da doença são um
sinal de alerta.
"Quem
vai se suicidar, avisa sim. Existem estudos que mostram que, um ano antes,
pessoa foi a um pronto-socorro ou médico com queixa de doença mental:
depressão, ansiedade, irritabilidade. E um mês antes, a pessoa procurou
psicólogo e verbalizou ideia de morte", diz Paganini.
Quando
falar sobre depressão e suicídio com adolescentes
Pais
e as escolas devem começar a discutir o tema da depressão com crianças por
volta dos 12 anos idade. É preciso passar uma noção do que é a doença e, com
isso, ensinar a identificar os sintomas mais conhecidos. É preciso ter habilidade para falar sobre o assunto e,
caso os pais não se sintam confortáveis, é importante buscar o auxílio de um
psicólogo ou psiquiatra.
"O
mais importante é os pais ficarem atentos: se o adolescente está mais isolado,
deixou de ir a festas, está comendo demais ou de menos, deixou de comer ou
mudou algum comportamento", diz a psiquiatra. É necessário pensar em
prevenção e começar a falar do assunto como se falaria de diabete, por exemplo.
As
orientações também valem para abordar o suicídio. Aproveitar séries e filmes
que falam do assunto para iniciar uma conversa pode ser uma alternativa. É
importante deixar claro que suicídio tem prevenção e que falar abertamente
sobre o tema e as questões que o permeiam é a melhor forma de ajudar. Ao se
deparar com uma queixa de depressão de um adolescente, é necessário escutar sem
fazer julgamento, crítica ou banalização e se colocar no lugar do outro.
Conversar
sobre depressão, sentimentos negativos e suicídio é a melhor forma de prevenir
o atentado contra a própria vida.
Assista
aos vídeos a seguir e entenda um pouco mais:
-Vamos
exercitar o conhecimento!!!
-
Atividade 2: Clique no link abaixo e
responda a algumas perguntas sobre depressão que acabamos de estudar, esta
será́ a sua avaliação de aprendizagem!
- Atividade 3: Atividade
de conclusão. Conclusão: 28/05/2020.
Tira dúvidas no dia 21/05/2020 com o professor via WhatsApp.
Mostre sua Criatividade – Escolha uma
das atividades abaixo e desenvolva!
Sugestões:
1-Produza cartazes e distribua por sua
vizinhança de ações que possam combater a depressão;
2-Crie um vídeo demonstrando como a
depressão podem afetar a autoestima das pessoas;
3- Promova uma campanha em suas redes sociais,
demonstrando que você é solidário(a) a pessoas que lutam contra a depressão e
está disposto a ajudar pessoas que sofrem com este mal.
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Biologia, Sociologia e Filosofia.
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Malba Thaisa
TEMA NORTEADOR: Bullying na Escola
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.
ROTEIRO DE ESTUDOS
Este
Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse
período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote
suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas
as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e
responsabilidade com os prazos farão a diferença!
Cronograma de Atividades Carga horária: 3h
TEMA – Bullying na escola – Atividade 1ª série
Atividade Inicial: Observe as imagens abaixo, faça a leitura do
texto e assista aos vídeos com atenção para que você consiga desenvolver as atividades 2 e 3.
Prazo de conclusão: 21/05/2020
"Quero
esfaquear-me". O desespero de uma criança que sofre bullying na escola e
pede para morrer
Bullying
na Escola: um problema crônico
Todos sabemos que, até pouco
tempo, o que hoje reconhecemos como bullying era
visto como “briguinhas de criança”, implicâncias bobas e até brincadeiras
normais, como colocar apelido em um colega. Ou seja, o bullyingsempre existiu, mas pouco
era sistematizado e estudado. Além disso, as famílias tinham menos informação
para lidar com esse problema e apenas os mais graves eram levados a sério pela
família, que junto à escola procurava intervir de alguma forma.
O bullying é, sim, um
problema crônico na escola. Não surgiu ontem nem será eliminado amanhã. Como,
então, conviver com essa prática e minimizar seus efeitos dentro do ambiente
escolar?
A boa notícia é que, de
alguns anos para cá, as instituições de ensino, as famílias e até o governo têm
percebido que esse é um problema
grave nas escolas e que algumas medidas precisam ser tomadas.
Bullying:
um termo “novo” para uma prática antiga
O termo — que foi
importado do inglês há pouco tempo, embora tenha um equivalente na nossa língua
(“bulimento”) — já se tornou popular entre os brasileiros, mas a prática
remonta a muito mais tempo. Para qualquer pessoa que perguntarmos, dos mais
novos aos mais velhos, teremos relatos sobre intimidação e violência nas escolas,
vividos por essas próprias pessoas ou por colegas.
A violência ou intimidação
sistematizada de um indivíduo ou grupo contra outro(s) individuo(s) ou
grupo(s), sem motivo claro, de forma física e/ou psicológica, intencional e
continuada constitui um caso de bullying. No
Brasil, a palavra “bullying”
é utilizada principalmente em relação aos atos agressivos entre
alunos nas escolas.
Bullying na
escola
Embora possa ocorrer — é
verdade! — em ambiente de trabalho ou entre vizinhos, por exemplo,
a escola é o local mais suscetível à prática de bullying. As crianças e os
jovens, por estarem em fase de formação, também vivenciam necessidade de
autoafirmação e, às vezes, não estão acostumados a conviver com
diferenças. Pode vir daí a origem dessas práticas inaceitáveis de discriminação e superioridade.
No ambiente escolar, é importante ficar atento às formas que os
agressores usam para intimidar as vítimas. Elas
são as mais diversas, como:
dar empurrões e
pontapés;
insultar;
criar boatos
humilhantes;
criar situações
vexatórias;
inventar apelidos que
ferem a dignidade;
captar e difundir
imagens (inclusive pela internet, que configura um caso de cyberbullying);
ameaçar
presencialmente e por mensagens;
excluir de atividades
sociais ou pedagógicas (como trabalhos em grupo
Diversas são as consequências
do bullying para
a vítima. Por isso a importância de família e escola dispenderem esforços para
combater essa prática. Quanto mais informações os alunos tiverem sobre
respeito, empatia, tolerância, diversidade e
solidariedade, menores as chances de desenvolverem atitudes discriminatórias.
Efeitos
do bullying
Tanto vítimas quanto
agressores podem sofrer consequências psicológicas dessa situação de agressão,
seja ela física ou psicológica. Baixa autoestima, dificuldade de aprendizado,
dificuldade de socialização, ansiedade, medo e até em alguns casos depressão podem
estar associados ao bullying.
Entre os pequenos, pode haver
atraso no desenvolvimento e em alguns casos outra consequência pode ser queda no rendimento e
até mesmo evasão escolar.
O agressor
Uma prática importante, porém
pouco difundida é a necessidade de olhar para o agressor. Normalmente os agressores são as crianças com maior
porcentagem de reprovação. Em grande parte dos casos, relações
familiares desestabilizadas fazem parte da vida de quem pratica a violência
sistematizada.
Ao invés de acusa-lo e
castigá-lo, antes é preciso avaliar as condições desse aluno, sua história,
buscando identificar a
melhor forma de agir e lidar com a situação como um todo.
A vítima
Crianças e jovens que
sofrem bullying podem
apresentar alterações de comportamento: ficam mais reclusas, antissociais e sofrem alterações
repentinas de humor. Também adoecem com mais frequência, porque
ficam com a imunidade baixa, e podem chegar em casa com fome (por terem tido o
lanche roubado). No pior dos casos, a vítima chega a ter pensamentos suicidas.
Se forem notados esses
sintomas, ou se a criança altera seu comportamento de alguma forma, a família
deve conversar e procurar a escola. Quanto
mais cedo for detectada a prática do bullying, menos estragos ele
deixará na vítima.
Dependendo do tempo que a
prática se estendeu ou da gravidade e das consequências emocionais, tanto o
agressor quanto o agredido podem precisar de atendimento psicológico.
Formas de
combate
Como dito anteriormente,
muitas frentes de combate ao bullying estão
sendo desenvolvidas. Esse é um problema que está na agenda da mídia — seja em
programas jornalísticos, seja em séries e filmes —, das instituições de ensino
e do governo.
Uma lei criada em 2015,
a Lei Antibullying – 13.185/15, entrou em vigor em fevereiro de 2016 e
instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. Pelos termos dessa
lei, constitui bullying “todo
ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem
motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais
pessoas, com o objetivo
de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima,
em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
O texto da lei orienta a
prevenção da prática por meio de práticas
de orientação de familiares, instrução de palestras, promoção
de campanhas e fortalecimento da cidadania. As ações de conscientização e
combate ao bullying devem
ser tomadas por estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações
recreativas.
Diante do que foi exposto,
é fundamental combater
essa prática diariamente: ações de conscientização que abordem
a necessidade de derrubar preconceitos, incentivar a cooperação e
trabalhar para criar uma cultura de paz que envolvam família e escola
podem ser boas soluções para lidar com esse problema crônico.
Assista aos vídeos a
seguir e entenda um pouco mais:
-Vamos exercitar o conhecimento!!!
- Atividade 2:Clique no link abaixo e responda a algumas perguntas
sobre valores humanos que acabamos de estudar, esta será́ a sua avaliação de
aprendizagem!
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Ciências e Ens. Religioso
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Marcelo Bezerra
TEMA NORTEADOR: Jogos Virtuais
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.
ROTEIRO DE ESTUDOS
Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!
Cronograma de Atividades Carga horária: 3h
TEMA – Jogos Virtuais – Atividade 9º Ano
- Atividade Inicial: Observe as imagens e leia o texto com atenção para desenvolver as atividades propostas.
Imagine a seguinte cena: um garoto sentado, o
tronco inclinado para frente e os olhos fixos em direção a uma tela que projeta
cores diversas no rosto dele. Os braços semiflexionados e os dedos das mãos
apertando botões insistentemente. Já dá para saber o que ele está fazendo?
No computador,
celular, tablet ou videogame, os jogos eletrônicos despertam o interesse de
crianças e adolescentes. Desde que surgiram, nos anos 1960, aparecem novas
atualizações e modalidades para manter a garotada imersa no ambiente virtual,
com os dedinhos (só eles) em ação.
Apesar de a prática
parecer algo discrepante da Educação Física, o trabalho com esse tipo de
atividade está contemplado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) da
disciplina e pode ser usado a favor do desenvolvimento cultural e corporal.
"Os jogos virtuais fazem parte do cotidiano dos alunos, e a escola precisa
estabelecer um diálogo com essa vivência deles", diz Marcelo Barros Jabu,
coautor dos PCN da área.
"Os jogos virtuais fazem parte do cotidiano
dos alunos, e a escola precisa estabelecer um diálogo com essa vivência
deles."
Atividade Desenvolvimento: Em seu Diário de Bordo, copie e responda as perguntas abaixo.
1)Descreva
um pequeno texto informando o que você entende por jogos virtuais? (Mínimo 15 linhas e máximo 20 linhas )
2)Desenhe
uma imagem de um jogo virtual que você joga ou jogou atualmente?
TEMA
NORTEADOR: Redes
sociais: dependência X necessidade
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas
Sociais ou Comunitárias
ROTEIRO DE ESTUDOS
Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!
Cronograma de Atividades Carga horária: 3h
Atividade Inicial Tempo
estimado: 1h 20min
Tema: Redes sociais:dependência X necessidade
As
Redes sociais são atributos que serviriam para aproximar as pessoas, melhorar a
comunicação. Hoje em dia, checamos os nossos celulares com mais frequência do
que falamos com as pessoas a nossa volta. Têm-se a impressão de que é mais
interessante viver o virtual do que o real, nesses últimos dias dedicamos mais
tempo curtindo, visualizando, comentando bem mais do que o de costume, mas será
que isso tem realmente nos aproximado, ou estamos reduzindo nosso vocabulário a
monossílabos e abreviações que nem são reconhecidas pela gramática.
Fica
o questionamento, até onde as fotos postadas são para revelar o deslumbre de um
momento legal? Ou elas estão sendo postadas para sermos notados? Onde a
quantidade de curtidas e comentários satisfazem a solidão que muitas vezes é
omitida em selfies, simulando uma realidade não existente.
Vamos entender um pouco mais sobre o uso das redes sociais nos dias atuais e seus impactos assistindo a entrevista a seguir:
Ter
um amigo é bem diferente de ter um seguidor. Concorda?!
O Filósofo Aristóteles
tem uma afirmação sobre o termo amigos “O que é um amigo? Uma única alma
habitando dois corpos.”
Durante esse período em que estamos vivendo
precisamos de amigos, de afeto, compreensão e apoio, apoio dos que estão perto
e muitas vezes deixamos longe por passarmos mais tempo nas redes sociais e não nos
dedicamos a quem está a nossa volta... Sobre os termos dependência e necessidade vamos ver o que nos diz o Dicionário sobre isso!
dependência
de·pen·dên·ci·a
1 Condição
de dependente; 2 subordinação, sujeição;3Distúrbio caracterizado pela
incapacidade de agir por vontade própria.
necessidade
ne·ces·si·da·de
1 Característica
do que é necessário. 2 O que é absolutamente vital: “Comer não é apenas uma
necessidade e um prazer, e não está ali apenas como moldura, é a essência das
coisas básicas da vida” (RN).3 Aquilo que é inevitável. 4 O que é de grande
utilidade
Não devemos ser contra ao uso das Redes Sociais, afinal através delas temos acesso a pessoas queridas que estão distantes. A
partir do momento em que a pessoa deixa de aproveitar realmente a ocasião em
que está vivendo e se preocupa mais em registrá-la e postá-la publicamente é
que se torna perigoso, com necessidade de se estabelecer limites. Quando a vida
passa a se tornar eventos programados para os posts, ela mesma deixa de ter
sentido real.
Atividade de Desenvolvimento Tempo estimado: 40 min
Sabendo do significado e da relação de dependência x necessidade, e os riscos que correm as pessoas que usam as redes sociais de forma exagerada. Vamos exercitar o conhecimento sobre o tema acessando a Atividade
Como nosso cérebro funciona em relação as Redes Sociais???
As redes sociais geralmente
apresentam um amontoado de situações que são influenciadas pelo melhor filtro,
da melhor foto, dos melhores momentos as vezes disfarçados por outras pessoas.
Dessa forma muitas vezes o tempo
que poderia ser usado num estudo, numa conversa ao vivo, leitura de um livro
que o incentive a buscar seus objetivos é desperdiçado quando passamos horas...
diante da tela do celular.
Assista o vídeo a seguir e desenvolva a atividade proposta em seu caderno
Já percebeu que muitas vezes estamos
cansados para estudar, mas não cansamos de rolar a tela do celular até ativar o
modo econômico de energia do smartphone...?
Atividade de Avaliação:
Em seu Diário de Bordo,
monte um sistema de recompensa para utilizar as redes sociais. O que é isso...?
Liste uma série de tarefas e deveres que precisam ser realizados por você ao
longo do dia.
E estabeleça recompensa para
essas tarefas realizadas. Dessa forma você terá resultados Incríveis e não deixará seu cérebro preguiçoso. Liste pelo menos 5 tarefas.
Por
exemplo.:
Tarefas
Realizada
Recompensas
Arrumar a cama e o quarto
Ok
15 min no WhatsApp
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Sociais