quarta-feira, 20 de maio de 2020

ATIVIDADES DO LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS PARA O 4º PERÍODO DA EJA 20/05/2020



LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS

4º PERÍODO - Profº.: Leal


O vídeo comenta sobre o fenômeno da uberização e o impacto que essas novas formas de relações de trabalho, dentre elas os entregadores de aplicativos (Ifood, Raap, Uber eat ) causam na sociedade.







ATIVIDADE

Assista ao vídeo, pesquise sobre a diferença entre os termos emprego/trabalho, bem-estar social, sociedade em rede e responda:


1. Essas novas formas de trabalho são benéficas aos trabalhadores? Explique sua resposta.



2. O fato dessas empresas não terem vínculo empregatício com os trabalhares desresponsabilizando-os dos direitos sociais (férias, décimo terceiro, fgts, aposentadoria) é bom para o empregado ou para o empregador? Por que?

ATIVIDADES DO LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS PARA O 2º E 3º PERÍODOS DA EJA 20/05/2020




LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS

2º e 3º PERÍODOS - Profº.: Leal


O vídeo comenta sobre o fenômeno da uberização e o impacto que essas novas formas de relações de trabalho, dentre elas os entregadores de aplicativos (Ifood, Raap, Uber eat ) causam na sociedade.







ATIVIDADE

Assista ao vídeo, pesquise sobre a diferença entre os termos emprego/trabalho, bem-estar social, sociedade em rede e responda:


1. Essas novas formas de trabalho são benéficas aos trabalhadores? Explique sua resposta.



2. O fato dessas empresas não terem vínculo empregatício com os trabalhares desresponsabilizando-os dos direitos sociais (férias, décimo terceiro, fgts, aposentadoria) é bom para o empregado ou para o empregador? Por que?

ATIVIDADES DO LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS PARA O 1º PERÍODO DA EJA 20/05/2020

     

                                                                           

 

ATIVIDADE LABORATÓRIO DE INICIATIVAS SOCIAIS

 1º PERÍODO - Profº.: Leal


ATIVIDADE


1.   1.  Assista ao vídeo e comente a respeito das impressões que ele lhe causou, no mínimo 15 linhas.







terça-feira, 19 de maio de 2020

2º Ano - Depressão: Mal do Século - Semana: 18 a 29/05/2020

ETAPA: 2º Ano/Ensino Médio
PERÍODO: 18 a 29/05/2020
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Biologia, Sociologia e Filosofia.
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Malba Thaisa
TEMA NORTEADOR: Depressão: Mal do Século
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.



ROTEIRO DE ESTUDOS


Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!


Cronograma de Atividades                                         Carga horária: 3h


TEMA – Depressão: mal do século – Atividade 2ª série

Atividade Inicial:  Observe as imagens abaixo, faça a leitura do texto e assista aos vídeos com atenção para que você consiga desenvolver as atividades 2 e 3.      
Prazo de conclusão: 21/05/2020

Depressão: é a doença incapacitante no mundo em 2020 segunda a OMS. O que fazer?

Depressão: Mal do Século 

Depressão e suicídio são assuntos que, de alguma forma, estão no radar de adolescentes e adultos jovens. A discussão é impulsionada, por exemplo, por filmes e séries que tratam os temas, como 13 Reasons Why, da Netflix. Mas apesar de estarem 'antenados' quando o assunto é saúde mental, esse mesmo público não se sentiria à vontade para falar sobre depressão com a família, colegas de trabalho ou de escola se recebesse o diagnóstico da doença.
A constatação é de uma pesquisa feita pelo Ibope Conecta com dois mil brasileiros, a partir dos 13 anos de idade, em diferentes regiões metropolitanas do País. Segundo os resultados, 39% dos adolescentes de 13 a 17 anos dizem que não se sentiriam à vontade para dividir o problema com a família e 49% não compartilharia o diagnóstico na escola ou no trabalho.
Entre a população de 18 a 24 anos, a porcentagem é um pouco maior: 56% não contaria aos colegas de trabalho ou de escola sobre o problema e o principal motivo seria a percepção de que as pessoas não costumam levar a depressão a sério.
Os dados são preocupantes porque a depressão é o principal fator de risco para o suicídio e, ao contrário do que se pensava, não falar abertamente sobre esses temas pode piorar a condição. Ou seja, esconder não é a solução. Outro alerta é que o suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Os adolescentes estão muito mais 'ligados', percebendo os sintomas, mas a pesquisa revelou algo forte. Apesar de estarem 'ligados', eles não têm coragem de falar que estão com depressão porque existe estigma, tabu, preconceito, como se não fosse uma doença. Eles têm noção [da depressão], mas também têm noção do quanto ainda tem preconceito", avalia a psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Segundo a especialista, o preconceito que existe contra a depressão afeta os jovens a ponto de eles evitarem reconhecer que estão sofrendo da doença. A desinformação também é outro fator que contribui negativamente. Na faixa etária de 18 a 24 anos, a pesquisa mostrou que 26% considera que a depressão é uma 'doença da alma' e 29% não está totalmente convencido de que a doença é semelhante a qualquer outra e pode ser tratada com sucesso.
Entre os mais jovens, de 13 a 17 anos, 23% acredita que não existem sintomas físicos na depressão, porque ela seria "apenas um momento de tristeza". "As pessoas entendem a doença mental como falha de caráter", justifica o médico psiquiatra Primo Paganini sobre essa percepção errada. "A depressão é um desafio, porém jamais uma fraqueza. Ela é uma condição física com repercussão psíquica, precisa tratar com medicação e psicoterapia", afirma o especialista, diretor-médico da eCare.
Os sintomas físicos da depressão incluem consequências cardiovasculares, aumento da glicemia e do colesterol, risco de trombose, enfarte e arritmia. "Uma doença mental que começou com estresse ou trauma faz morrerem neurônios no cérebro e diminuir o nascimento de novos, processo chamado de neurogênese", explica Paganini. Um evento traumático libera proteínas inflamatórias pelo corpo, que vão agir para aumentar a resposta agressiva e do medo e reduzir a capacidade de memória e controle do estresse.

Depressão em adolescentes
Segundo os especialistas, a irritabilidade é a principal característica da depressão em adolescentes, diferente do humor deprimido que fica mais claro em adultos. Isso pode fazer com que as pessoas ao redor confundam a doença com a manifestação típica da chamada 'aborrecência'.
"Normalmente, a irritabilidade típica não vem acompanhada de baixa autoestima, sensação de inferioridade ou questionamentos da própria competência", alerta Paganini. Ele orienta que família, amigos e escola fiquem atentos a um comportamento mais isolado. Os adolescentes não têm hábito de queixas emocionais psíquicas e que é preciso ajudá-los a buscar essa expressão.
Segundo Paganini, existe resistência em perceber a depressão em pessoas nessa faixa etária. "Muitos pais entendem a depressão ou a ansiedade na adolescência como culpa deles. Eles se sentem ofendidos quando falamos que o filho está deprimido ou perguntamos se tem ideação suicida. Tem resistência porque eles entendem a doença mental como doença de louco e na verdade é [doença] cívica", afirma.

Depressão e suicídio

A depressão é uma doença psiquiátrica que causa tristeza profunda e pessimismo, sentimentos que podem culminar em comportamentos suicidas. Uma revisão sistemática de 31 artigos sobre o tema apontou que 35,8% das pessoas que cometeram suicídio tinham transtornos de humor, classificados como depressão.
Embora a ideação suicida esteja presente em 60% das pessoas com depressão, segundo o Manual da Psiquiatria Clínica, 15% delas se suicidam. Ou seja, nem toda pessoa diagnosticada com depressão cometerá suicídio, mas os sintomas da doença são um sinal de alerta.
"Quem vai se suicidar, avisa sim. Existem estudos que mostram que, um ano antes, pessoa foi a um pronto-socorro ou médico com queixa de doença mental: depressão, ansiedade, irritabilidade. E um mês antes, a pessoa procurou psicólogo e verbalizou ideia de morte", diz Paganini.

Quando falar sobre depressão e suicídio com adolescentes


Pais e as escolas devem começar a discutir o tema da depressão com crianças por volta dos 12 anos idade. É preciso passar uma noção do que é a doença e, com isso, ensinar a identificar os sintomas mais conhecidos. É preciso  ter habilidade para falar sobre o assunto e, caso os pais não se sintam confortáveis, é importante buscar o auxílio de um psicólogo ou psiquiatra.
"O mais importante é os pais ficarem atentos: se o adolescente está mais isolado, deixou de ir a festas, está comendo demais ou de menos, deixou de comer ou mudou algum comportamento", diz a psiquiatra. É necessário pensar em prevenção e começar a falar do assunto como se falaria de diabete, por exemplo.
As orientações também valem para abordar o suicídio. Aproveitar séries e filmes que falam do assunto para iniciar uma conversa pode ser uma alternativa. É importante deixar claro que suicídio tem prevenção e que falar abertamente sobre o tema e as questões que o permeiam é a melhor forma de ajudar. Ao se deparar com uma queixa de depressão de um adolescente, é necessário escutar sem fazer julgamento, crítica ou banalização e se colocar no lugar do outro.
Conversar sobre depressão, sentimentos negativos e suicídio é a melhor forma de prevenir o atentado contra a própria vida.

Assista aos vídeos a seguir e entenda um pouco mais:



-Vamos exercitar o conhecimento!!!
- Atividade 2:  Clique no link abaixo e responda a algumas perguntas sobre depressão que acabamos de estudar, esta será́ a sua avaliação de aprendizagem!
Acesse aqui para realizar a atividade → Click Aqui 

- Atividade 3: Atividade de conclusão.   Conclusão: 28/05/2020.

Tira dúvidas no dia  21/05/2020 com o professor via WhatsApp.

Mostre sua Criatividade – Escolha uma das atividades abaixo e desenvolva!
Sugestões:
1-Produza cartazes e distribua por sua vizinhança de ações que possam combater a depressão;
2-Crie um vídeo demonstrando como a depressão podem afetar a autoestima das pessoas;
3- Promova uma campanha em suas redes sociais, demonstrando que você é solidário(a) a pessoas que lutam contra a depressão e está disposto a ajudar pessoas que sofrem com este mal.

Aula por.: Malba Thaisa do N. Lima

1º Ano - Bullying na Escola - Semana: 18 a 29/05/2020

ETAPA: 1º Ano/Ensino Médio
PERÍODO: 18 a 29/05/2020
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Biologia, Sociologia e Filosofia.
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Malba Thaisa
TEMA NORTEADOR: Bullying na Escola
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.



ROTEIRO DE ESTUDOS


Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!


Cronograma de Atividades                                         Carga horária: 3h



TEMA – Bullying na escola – Atividade 1ª série


Atividade Inicial:  Observe as imagens abaixo, faça a leitura do texto e assista aos vídeos com atenção para que você consiga desenvolver as atividades 2 e 3.     
Prazo de conclusão: 21/05/2020


"Quero esfaquear-me". O desespero de uma criança que sofre bullying na escola e pede para morrer
Bullying na Escola: um problema crônico

Todos sabemos que, até pouco tempo, o que hoje reconhecemos como bullying era visto como “briguinhas de criança”, implicâncias bobas e até brincadeiras normais, como colocar apelido em um colega. Ou seja, o bullying sempre existiu, mas pouco era sistematizado e estudado. Além disso, as famílias tinham menos informação para lidar com esse problema e apenas os mais graves eram levados a sério pela família, que junto à escola procurava intervir de alguma forma.
bullying é, sim, um problema crônico na escola. Não surgiu ontem nem será eliminado amanhã. Como, então, conviver com essa prática e minimizar seus efeitos dentro do ambiente escolar?
A boa notícia é que, de alguns anos para cá, as instituições de ensino, as famílias e até o governo têm percebido que esse é um problema grave nas escolas e que algumas medidas precisam ser tomadas.

Bullying: um termo “novo” para uma prática antiga


O termo — que foi importado do inglês há pouco tempo, embora tenha um equivalente na nossa língua (“bulimento”) — já se tornou popular entre os brasileiros, mas a prática remonta a muito mais tempo. Para qualquer pessoa que perguntarmos, dos mais novos aos mais velhos, teremos relatos sobre intimidação e violência nas escolas, vividos por essas próprias pessoas ou por colegas.

A violência ou intimidação sistematizada de um indivíduo ou grupo contra outro(s) individuo(s) ou grupo(s), sem motivo claro, de forma física e/ou psicológica, intencional e continuada constitui um caso de bullying. No Brasil, a palavra “bullying” é utilizada principalmente em relação aos atos agressivos entre alunos nas escolas.

Bullying na escola


Embora possa ocorrer — é verdade! — em ambiente de trabalho ou entre vizinhos, por exemplo, a escola é o local mais suscetível à prática de bullying. As crianças e os jovens, por estarem em fase de formação, também vivenciam necessidade de autoafirmação e, às vezes, não estão acostumados a conviver com diferenças. Pode vir daí a origem dessas práticas inaceitáveis de discriminação e superioridade.

No ambiente escolar, é importante ficar atento às formas que os agressores usam para intimidar as vítimas. Elas são as mais diversas, como:
  • dar empurrões e pontapés;
  • insultar;
  • criar boatos humilhantes;
  • criar situações vexatórias;
  • inventar apelidos que ferem a dignidade;
  • captar e difundir imagens (inclusive pela internet, que configura um caso de cyberbullying);
  • ameaçar presencialmente e por mensagens;
  • excluir de atividades sociais ou pedagógicas (como trabalhos em grupo
Diversas são as consequências do bullying para a vítima. Por isso a importância de família e escola dispenderem esforços para combater essa prática. Quanto mais informações os alunos tiverem sobre respeito, empatia, tolerância, diversidade e solidariedade, menores as chances de desenvolverem atitudes discriminatórias.

Efeitos do bullying

Tanto vítimas quanto agressores podem sofrer consequências psicológicas dessa situação de agressão, seja ela física ou psicológica. Baixa autoestima, dificuldade de aprendizado, dificuldade de socialização, ansiedade, medo e até em alguns casos depressão podem estar associados ao bullying.
Entre os pequenos, pode haver atraso no desenvolvimento e em alguns casos outra consequência pode ser queda no rendimento e até mesmo evasão escolar.

O agressor

Uma prática importante, porém pouco difundida é a necessidade de olhar para o agressor. Normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação. Em grande parte dos casos, relações familiares desestabilizadas fazem parte da vida de quem pratica a violência sistematizada.
Ao invés de acusa-lo e castigá-lo, antes é preciso avaliar as condições desse aluno, sua história, buscando identificar a melhor forma de agir e lidar com a situação como um todo.

A vítima

Crianças e jovens que sofrem bullying podem apresentar alterações de comportamento: ficam mais reclusas, antissociais e sofrem alterações repentinas de humor. Também adoecem com mais frequência, porque ficam com a imunidade baixa, e podem chegar em casa com fome (por terem tido o lanche roubado). No pior dos casos, a vítima chega a ter pensamentos suicidas.
Se forem notados esses sintomas, ou se a criança altera seu comportamento de alguma forma, a família deve conversar e procurar a escola. Quanto mais cedo for detectada a prática do bullying, menos estragos ele deixará na vítima.
Dependendo do tempo que a prática se estendeu ou da gravidade e das consequências emocionais, tanto o agressor quanto o agredido podem precisar de atendimento psicológico.

Formas de combate


Como dito anteriormente, muitas frentes de combate ao bullying estão sendo desenvolvidas. Esse é um problema que está na agenda da mídia — seja em programas jornalísticos, seja em séries e filmes —, das instituições de ensino e do governo.
Uma lei criada em 2015, a Lei Antibullying – 13.185/15, entrou em vigor em fevereiro de 2016 e instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática. Pelos termos dessa lei, constitui bullying “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”.
O texto da lei orienta a prevenção da prática por meio de práticas de orientação de familiares, instrução de palestras, promoção de campanhas e fortalecimento da cidadania. As ações de conscientização e combate ao bullying devem ser tomadas por estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações recreativas.
Diante do que foi exposto, é fundamental combater essa prática diariamente: ações de conscientização que abordem a necessidade de derrubar preconceitos, incentivar a cooperação e trabalhar para criar uma cultura de paz que envolvam família e escola podem ser boas soluções para lidar com esse problema crônico.
Assista aos vídeos a seguir e entenda um pouco mais:





-Vamos exercitar o conhecimento!!!

- Atividade 2:  Clique no link abaixo e responda a algumas perguntas sobre valores humanos que acabamos de estudar, esta será́ a sua avaliação de aprendizagem!
Acesse aqui para realizar a atividadeà  Atividade 2 
   
 Prazo de conclusão: 21/05/2020.








- Atividade 3: Atividade de conclusão.                      Prazo de Conclusão: 28/05/2020.

Tira dúvidas no dia  21/05/2020 com o professor via WhatsApp.

– Mostre sua Criatividade – Escolha uma das atividades abaixo e desenvolva!
Sugestões:

1-    Produza cartazes e distribua por sua vizinhança de ações que possam combater o bullying;

2-    Crie um vídeo demonstrando como o bullying podem afetar a autoestima das pessoas;

3-    Promova uma campanha em suas redes sociais, demonstrando que você é contra o bullying e está disposto a ajudar pessoas que sofrem com esta prática.













Aula Por.: Malba Thaisa do N. Lima

9º Ano - Jogos Virtuais- Semana: 18 a 29/05/2020

ETAPA: 9º Ano/Ensino Fudamental II
PERÍODO: 18 a 29/05/2020
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Ciências e Ens. Religioso
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Marcelo Bezerra
TEMA NORTEADOR: Jogos Virtuais
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias.



ROTEIRO DE ESTUDOS


Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!


Cronograma de Atividades                                         Carga horária: 3h



TEMA – Jogos Virtuais – Atividade 9º Ano


- Atividade Inicial: Observe as imagens e leia o texto com atenção para desenvolver as atividades propostas.




     Imagine a seguinte cena: um garoto sentado, o tronco inclinado para frente e os olhos fixos em direção a uma tela que projeta cores diversas no rosto dele. Os braços semiflexionados e os dedos das mãos apertando botões insistentemente. Já dá para saber o que ele está fazendo? 

No computador, celular, tablet ou videogame, os jogos eletrônicos despertam o interesse de crianças e adolescentes. Desde que surgiram, nos anos 1960, aparecem novas atualizações e modalidades para manter a garotada imersa no ambiente virtual, com os dedinhos (só eles) em ação.
Apesar de a prática parecer algo discrepante da Educação Física, o trabalho com esse tipo de atividade está contemplado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) da disciplina e pode ser usado a favor do desenvolvimento cultural e corporal. "Os jogos virtuais fazem parte do cotidiano dos alunos, e a escola precisa estabelecer um diálogo com essa vivência deles", diz Marcelo Barros Jabu, coautor dos PCN da área. 

"Os jogos virtuais fazem parte do cotidiano dos alunos, e a escola precisa estabelecer um diálogo com essa vivência deles."




 Atividade Desenvolvimento:  Em seu Diário de Bordo, copie e responda as perguntas abaixo. 

1)    Descreva um pequeno texto informando o que você entende por jogos virtuais? (Mínimo 15 linhas e máximo 20 linhas )


2)    Desenhe uma imagem de um jogo virtual que você joga ou jogou atualmente?

Aula Por.: Marcelo Bezerra. 

8º Ano - Redes sociais: dependência X necessidade - Semana: 18 a 29/05/2020

ETAPA: 8º Ano/Ensino Fundamental II
PERÍODO: 18 a 29/05/2020
COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS: Ciências, Ens. Religioso
DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): Elié Paula
TEMA NORTEADOR: Redes sociais: dependência X necessidade
LABORATÓRIO: Lab. de Desenvolv. Iniciativas Sociais ou Comunitárias


ROTEIRO DE ESTUDOS


Este Roteiro irá te ajudar a organizar seus estudos individuais, durante esse período de atividades não presenciais. Realize as atividades propostas, anote suas dúvidas para tirá-las com o professor nos momentos programados. Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo. Seu compromisso e responsabilidade com os prazos farão a diferença!


Cronograma de Atividades                                         Carga horária: 3h



Atividade Inicial                       Tempo estimado: 1h 20min

Tema: Redes sociais: dependência X necessidade



As Redes sociais são atributos que serviriam para aproximar as pessoas, melhorar a comunicação. Hoje em dia, checamos os nossos celulares com mais frequência do que falamos com as pessoas a nossa volta. Têm-se a impressão de que é mais interessante viver o virtual do que o real, nesses últimos dias dedicamos mais tempo curtindo, visualizando, comentando bem mais do que o de costume, mas será que isso tem realmente nos aproximado, ou estamos reduzindo nosso vocabulário a monossílabos e abreviações que nem são reconhecidas pela gramática.
Fica o questionamento, até onde as fotos postadas são para revelar o deslumbre de um momento legal? Ou elas estão sendo postadas para sermos notados? Onde a quantidade de curtidas e comentários satisfazem a solidão que muitas vezes é omitida em selfies, simulando uma realidade não existente.
 Vamos entender um pouco mais sobre o uso das redes sociais nos dias atuais e seus impactos assistindo a entrevista a seguir: 

Ter um amigo é bem diferente de ter um seguidor. Concorda?! 

O Filósofo Aristóteles tem uma afirmação sobre o termo amigos “O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos.”
Durante esse período em que estamos vivendo precisamos de amigos, de afeto, compreensão e apoio, apoio dos que estão perto e muitas vezes deixamos longe por passarmos mais tempo nas redes sociais e não nos dedicamos a quem está a nossa volta... Sobre os termos dependência e necessidade vamos ver o que nos diz o Dicionário sobre isso! 
dependência
de·pen·dên·ci·a
1 Condição de dependente; 2 subordinação, sujeição; 3 Distúrbio caracterizado pela incapacidade de agir por vontade própria.
necessidade
ne·ces·si·da·de
1 Característica do que é necessário. 2 O que é absolutamente vital: “Comer não é apenas uma necessidade e um prazer, e não está ali apenas como moldura, é a essência das coisas básicas da vida” (RN).3 Aquilo que é inevitável. 4 O que é de grande utilidade

Não devemos ser contra ao uso das Redes Sociais, afinal através delas temos acesso a pessoas queridas que estão distantes. A partir do momento em que a pessoa deixa de aproveitar realmente a ocasião em que está vivendo e se preocupa mais em registrá-la e postá-la publicamente é que se torna perigoso, com necessidade de se estabelecer limites. Quando a vida passa a se tornar eventos programados para os posts, ela mesma deixa de ter sentido real.




Atividade de Desenvolvimento   Tempo estimado: 40 min


Sabendo do significado e da relação de dependência x necessidade, e os riscos que correm as pessoas que usam as redes sociais de forma exagerada. Vamos exercitar o conhecimento sobre o tema acessando a  Atividade  

Como nosso cérebro funciona em relação as Redes Sociais???

As redes sociais geralmente apresentam um amontoado de situações que são influenciadas pelo melhor filtro, da melhor foto, dos melhores momentos as vezes disfarçados por outras pessoas.

Dessa forma muitas vezes o tempo que poderia ser usado num estudo, numa conversa ao vivo, leitura de um livro que o incentive a buscar seus objetivos é desperdiçado quando passamos horas... diante da tela do celular.

Assista o vídeo a seguir e desenvolva a atividade proposta em seu caderno



Já percebeu que muitas vezes estamos cansados para estudar, mas não cansamos de rolar a tela do celular até ativar o modo econômico de energia do smartphone...?

Atividade de Avaliação:

Em seu Diário de Bordo, monte um sistema de recompensa para utilizar as redes sociais. O que é isso...? Liste uma série de tarefas e deveres que precisam ser realizados por você ao longo do dia.
E estabeleça recompensa para essas tarefas realizadas. Dessa forma você terá resultados Incríveis e não deixará seu cérebro preguiçoso. Liste pelo menos 5 tarefas. 
Por exemplo.:


Tarefas
Realizada
Recompensas
Arrumar a cama e o quarto
Ok
15 min no WhatsApp

Acessar o Blog e Fazer a Atividade do Lab. de Iniciativas Sociais
Ok
30 min no Instagram






Aula por.: Elié Paula