ATIVIDADE
INICIAL (aquecimento): Faça a Leitura atentamente para conseguir
desenvolver as atividades
Esses são exemplos de grandes
mulheres que ao longo suas histórias, enfrentaram, o preconceito, a discriminação, o machismo e
muitas vezes, a violência, sem baixarem a cabeça deixando com isso seus nomes
marcados para sempre.
Cora Coralina
Apesar
de ser considerada uma das poetisas mais importantes da literatura
brasileira, Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto
Bretas, só publicou o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, aos 76 anos.
Antes
disso, criou quatro filhos trabalhando como doceira após a morte do marido e
não chegou a terminar o ensino fundamental.
Cora
ficou conhecida por escrever sobre a cidade de Goiás e, embora não falasse
sobre a questão de gênero na sua obra, é considerada por especialistas como
uma escritora pioneira e libertária que enfrentou os preconceitos da
sociedade para mostrar a contribuição das mulheres.
“Se
a lei Maria da Penha existisse naquela época, eu teria buscado proteção
nela”, diz à BBC Brasil, por telefone, a ativista que empresta seu nome a uma
das legislações de combate à violência doméstica mais importantes do mundo. “Mas
antes ninguém nem falava em violência doméstica. Dizia era que fulana tinha
marido ruim.”
“Aquela
época” eram os anos 1980 e a história que Penha conta já se tornou uma das
mais significativas do movimento feminista brasileiro.
Biofarmacêutica
de formação, a cearense sobreviveu a duas tentativas de assassinato pelo
ex-marido. Na primeira, um tiro à queima roupa de espingarda pelas costas,
enquanto dormia, a deixou paralisada da cintura para baixo. Poucos meses
depois, ele tentaria eletrocutá-la sabotando o chuveiro elétrico.
Mas
apesar de conseguir levar o ex-marido à Justiça duas vezes, por quase 20 anos
Penha tentaria sem sucesso colocar o culpado detrás das grades. Isso só foi possível
depois que o caso foi parar nos tribunais internacionais.
Um
dos desdobramentos do caso foi a lei que hoje leva seu nome.
Maria
Rita de Sousa Brito Lopes dedicou a vida a ajudar as pessoas carentes e é uma
das ativistas humanitárias mais importantes do século 20.
Ela
mostrou aptidão e desejo para essas atividades ainda pequena aos 13 anos
transformou a casa dos pais em Salvador em um centro de atendimento aos
necessitados, pobres e doentes.
Conhecida
como "o anjo bom da Bahia", ajudou a fundar diversas instituições
filantrópicas, como o Hospital Santo Antônio. Foi indicada ao Prêmio Nobel da
Paz em 1988 e beatificada em 2011.
Uma
das principais sambistas de todos os tempos, Clementina foi empregada doméstica
até ser descoberta e reconhecida já com mais de 60 anos.
Famosa
pelo repertório de músicas de raízes afro-brasileiras tradicionais, ela foi
importante por registrar e divulgar cantos ancestrais dos escravos na
história da música.
Sua biografia,
intitulada Quelé - A Voz da Cor,
foi lançada no ano passado
Psiquatra
brasileira e aluna de Carl Jung, Nise ficou conhecida pela contribuição pela
luta antimanicomial e por ter implementado a terapia ocupacional e as artes
no tratamento das doenças psiquiátricas no processo terapêutico.
Ela
se formou em 1926 - era a única mulher em uma turma com 157 alunos. Chegou a
ser presa durante o Estado Novo, acusada de envolvimento com o comunismo, e
dividiu a cela com Olga Benário, militante do movimento no Brasil.
Zilda
foi uma médica pediatra e sanitarista brasileira, responsável pela fundação
da Pastoral da Criança.
Ela
dedicou a vida à saúde pública com enfoque no combate à mortalidade infantil,
desnutrição e violência contra as crianças e desenvolveu uma metodologia
própria para realizar os tratamentos preventivos.
Irmã
de Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda morreu no Haiti. Ela trabalhava em uma
missão da Pastoral quando o país foi atingido por um terremoto, em 2010.
Uma
das mulheres mais reconhecidas da história do Brasil, Anita Garibaldi é
chamada de "Heroína dos Dois Mundos" pela participação em diversas
batalhas tanto no Brasil como na Itália ao lado do marido, Giuseppe
Garibaldi.
Anita
foi muito influenciada pelos ideiais do marido. Eles foram parceiros de vida
e de combate: ela aprendeu a usar armas e espadas e foi combatente na
Revolução Farroupilha e Revolta dos Curitibanos, entre outras.
Um
dos principais nomes do modernismo brasileiro, Tarsila criou algumas das
obras emblemáticas do movimento, como o Abaporu.
Mesmo
com formação sólida em Artes Plásticas, nas escolas de Julian e de Émile
Renard em Paris, ela enfrentou dificuldades por ser mulher.
O
primeiro marido se separou dela porque não concordava com a sua dedicação à
arte, e não exclusivamente às tarefas do lar.
Tarsila
dizia querer ser a "pintora do Brasil" e dedicou várias fases de
sua obra às cores, paisagens e cultura brasileiras.
TEMPO ESTIMADO PARA
REALIZAÇÃO: _____
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Claudeane aline da silva Rodrigues
ResponderExcluir3°periodo As mulheres vitimas de abusos, sendo estupro, agressão verbal e física, muitas delas não tem a coragem de denunciar, pois o medo, a vergonha, entre tantos outros motivos as impedem de fazer uma denúncia.
Existem delegacias especializadas nesse assunto que podem dar a assistência necessária , mas mesmo sendo agredidas , o índice de mulheres que resolvem tomar uma atitude são muito baixo
Com essa lei as 7mulheres tiveram a oportunidade de denunciar o agressor, mas, mesmo assim, há aquelas que ainda não denunciam por medo, justamente por serem ameaçadas pelos companheiros. Enfim, trouxe benefícios, mas não que acabou com o impasse de vez , ela foi muito agrendida pelo seu marido , e essa lei maria da penha venho pelo seu nome Maria da Penha Maia Fernandes