terça-feira, 16 de junho de 2020

2º Ano - Tradições Juninas - Quinzena: 15 à 26/06/2020

ETAPA:  2º Ano

PERÍODO: Ensino médio

COMPONENTES CURRICULARES ENVOLVIDOS:  Biologia, Filosofia e Sociologia

DOCENTE(S) ORIENTADOR(ES): 

Malba Thaisa

TEMA NORTEADOR:  FOLGUEDOS ALAGOANOS

LABORATÓRIO:  Iniciativas Sociais ou Comunitárias

👀Atenção!!!👀

Este roteiro tem como objetivo orientar os seus estudos individuais, durante este período de atividades não presenciais. Procure cumprir com responsabilidade e empenho as atividades propostas.

Faça todas as anotações no seu caderno e diário de bordo quando for solicitado.

ATIVIDADES DA QUINZENA

CARGA HORÁRIA: 3h

ATIVIDADE INICIAL (aquecimento):     Leia o texto abaixo para desenvolver as atividades seguintes.        

 

NOSSA CULTURA É RICA...  VAMOS VALORIZAR!!!

                FOLGUEDOS ALAGOANOS

A dança pode ser considerada a primeira manifestação do homem em grupo, dirigindo-se às forças sobrenaturais. No Brasil, as danças indígenas eram realizadas em círculo, em expressão sagrada, adquirindo posteriormente um caráter lúdico. Algumas possuem conotações religiosas, cuja finalidade é solicitar algo ou agradecer às forças astrais por alguma dádiva recebida. Sabe-se, porém que os indígenas, portugueses e os africanos são responsáveis pelas danças brasileiras. Até o século XVIII, dançava-se acompanhando as procissões ou bailava-se dentro das igrejas. Aproximadamente em 1914, nos autos populares do Nordeste e do Sul, as danças eram realizadas em frente às capelas, matrizes e catedrais, em homenagem ao Deus menino. As danças não dependem de moda, possuem uma coreografia coletiva. São quase todas tradicionais chamadas de dança de salão. Baseia-se no movimento rítmico do corpo ou parte dele, em geral acompanhada por música e canto, de modo informal. Elas nunca desaparecem, porém mudam de nome.

Os folguedos caracterizam-se pelas letras (quadras, sextilhas, oitavas ou outro tipo de verso); música (melodia e instrumentos musicais que sustentam o ritmo); Coreografia (movimentação dos participantes em fila dupla, roda, roda concêntrica ou outras formações); temática (enredo da representação teatral). Atualmente os participantes “cortam” os diálogos, pois somente a coreografia e a letra asseguram a compreensão dos acontecimentos na apresentação teatral do folguedo. Eles podem ser classificados em folguedos natalinos (Reisado, Guerreiro, bumba-meu-boi, chegança, fandango, marujada, presépio, pastoril, pastoril profano, maracatu, taieiras, quilombo, cavalhada); folguedos carnavalescos (cambindas, negros da costa, samba de matuto, Caboclinhos); folguedos carnavalescos com estrutura simples (boi de carnaval, gigantões, cobra jararaca); folguedos de festas religiosas (mane do rosário, bandas).

      Caracterizados pelas letras, temática, danças e ritmos, os folguedos de Alagoas são o ponto alto de nossa cultura. Para se ter uma ideia, o estado possui a maior diversificação em folguedos do país. 

     Com origem folclórica e religiosa, com traços do catolicismo e marcas de cultos africanos, os folguedos de Alagoas tem manifestações que acontecem durante todo ano, de acordo com o período festivo.

    Conheça algumas das principais manifestações dos folguedos de Alagoas e uma parte significativa de nossa cultura!

  Coco de Roda

     O Coco de Roda tem raízes africanas e é um dos mais antigos folguedos de Alagoas. Coco de Roda alagoano é uma dança cantada, sendo acompanhada pela batida dos pés ou tropel. Também denominada de pagode ou samba,  essa manifestação artística é um dos pilares da cultura alagoana.

    Dessa forma, o Coco de Roda está entre os maiores destaques do estado. Acredita-se que o ritmo nasceu nas fronteiras de Alagoas e Pernambuco, porém o ritmo ganhou representatividade por versões próprias em vários estados do Nordeste.

    Marcado pela força das cantorias e batidas de pé, geralmente têm suas apresentações mais frequentes no período junino. No entanto, sempre que a cultura alagoana é apresentada, o Coco marca presença com toda sua beleza e esplendor.

Reisado

   Outro dos maiores símbolos de nossa cultura é o reisado. O folguedo é composto por números de canto, danças e declamações de obras poéticas decoradas ou de improviso. O reisado é considerado, por conta dessa variedade de manifestações artísticas, uma espécie de revista popular.

   O Reisado ganha destaque em Alagoas principalmente no período natalino, que vai de 24 de dezembro a 6 de janeiro. Na época, músicos, cantores e dançarinos vão de porta em porta anunciar o nascimento do Messias. Além disso, o folguedo também homenageia os Três Reis Magos e faz louvações aos donos das casas onde dançam. 

    Rei, rainha, embaixador, mestre ou secretário de sal, contramestre, mateus e palhaço são os personagens da manifestação. Para dançar o folguedo, os participantes vestem trajes multicoloridos como saiote de cetim colorido, chapéu de aba larga guarnecido de espelhos redondos, flores artificiais e fitas variadas e trazendo em mãos sanfona, tambor e pandeiro. 

   Dessa forma, o reisado alagoano se transformou num ponto social importante na vida dos subúrbios de Maceió ou das localidades e engenhos do interior. 



 Fandango

   Romance, dança, música, anedotas, ditos, lendas e orações compõem o fandango nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Em Alagoas, no entanto, o Auto não possui um enredo ordenado ou lógico. Portanto, ele é marcado por uma série de cantigas náuticas de diversas épocas e origens que retratam odisseias marítimas dos navegadores portugueses. 

   Relembra os sofrimentos de uma nau perdida, o sofrer da tripulação pela calmaria, fome, desespero e a solidão do mar. Retrata ainda as lutas e o heroísmo dos marujos. O espetáculo acontece em um tablado, armado em frente à igreja ou em qualquer outro local ao ar livre, previamente escolhido.

   O Fandango do Pontal, que representa a manifestação no estado, é formado por 36 componentes entre 05 a 85 anos. O grupo ensaia sempre aos sábados, na Colônia de Pescadores do Pontal da Barra.


Guerreiro

      Auto popular, genuinamente alagoano, resultante da fusão de Reisados alagoanos, do antigo auto dos Caboclinhos, Chegança e Pastoris.

    Surgiu na década de 20, entre os anos de 1927 e 1929, em Alagoas, possivelmente no bairro de Bebedouro, com maior número de figurantes e episódios, maior riqueza nos trajes e enfeites e maior beleza nas músicas.

    Possui em média 36 personagens entre rei, rainha, mestre, contramestre, Lira, Índio Peri e seus vassalos, Palhaço,Mateus, Sereia, Estrela de Ouro, Estrela Brilhante, Estrela Republicana, Banda da Lua e as “figuras”.

    Cada personagem é identificado pelos chapéus (em forma de igrejas, palácios, catedrais) enfeitados com espelhos, fitas, contas de aljôfar, enfeites de árvore de natal, diademas, coroas, guarda-peitos. O tecido utilizado na confecção das indumentárias é o cetim, com saiotes feitos de fitas coloridas, mantos bordados de lantejoulas e gregas douradas, diademas, guarda-peito e calções.

    O auto consta de uma seqüência de cantigas dançadas, denominadas “peças”, intercaladas de “marchas” e representações (entremeios e partes). A parte mais importante são a do Índio Peri da Sereia, da Lira e os entremeios do Boi, indispensáveis em qualquer apresentação.

   O acompanhamento musical é feito pela sanfona, tambor e pandeiro.

 

QUADRILHA JUNINA

    As populares juninas já foram associadas a nobreza e, de acordo com pesquisadores, a quadrilha surgiu no século XVIII, na França. Em Paris, ocorriam danças coletivas, formadas geralmente por quatro casais, que tinham o nome de quadrille. As festas eram realizadas em palácios e apenas membros da aristocracia francesa participavam.

    No Brasil, a dança chegou em meados do século XIX, no Rio de Janeiro, e assim como no seu país de origem, foi comum entre as classes sociais mais ricas da sociedade carioca. Somente no final do século XIX a festa dos ricos se popularizou e tornou comum entre as camadas populares, ganhando uma nova aparência.

    Os trajes que esbanjava riqueza, com tecidos finos, ganharam vestimentas mais simples e baratas, com estampas em xadrez. As sofisticadas valsas deram lugar a uma dança mais despojada, sendo substituídas pelo forró. Com a popularização, a festividade ganhou traços mais divertidos e descontraídos, agregando elementos tradicionais da vida no campo.

     Embora as quadrilhas sejam festejadas em todo território brasileiro, na região Nordeste as festividades ganham maior notoriedade. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança junina, também foram incorporadas aos fogos de artifício e comidas típicas da região. Além disso, os festejos juninos são associados a religiosidade católica, dedicados aos três santos: São João, São Pedro e Santo Antônio.

       Embaladas por músicas instrumentais típicas do interior, a folia é caracterizada por casais vestidos com roupas e acessórios caipiras. É geralmente dirigida por um marcador, que narra a história, faz brincadeiras e conduz o espetáculo. Atualmente as juninas, como são carinhosamente chamadas, esbanjam modernidade e protagonizam competições para esquentar a festança.

 

 

 

TEMPO ESTIMADO PARA REALIZAÇÃO: _1h 30min__



ATIVIDADE PRINCIPAL: ( Deve ser realizada no dia 18/06/20)

Assista aos seguintes vídeos abaixo para responder a atividade.

 



 


Responda a atividade acessando este link   👉👉Atividade

 TEMPO ESTIMADO DE REALIZAÇÃO: 45min______


ATIVIDADES COMPLEMENTARES: ( Deve ser realizada no dia 18/06/20)

Faça um pequeno resumo no blog demonstrando qual o folguedo de sua preferência, citando as suas principais características.

 

 TEMPO ESTIMADO DE REALIZAÇÃO: __45min___


30 comentários:

  1. Aluno: Luan Souza da Silva Santos
    Série: 2° ano A

    • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    • Quadrilhas Juninas:


    Os trajes que esbanjava riqueza, com tecidos finos, ganharam vestimentas mais simples e baratas, com estampas em xadrez. As sofisticadas valsas deram lugar a uma dança mais despojada, sendo substituídas pelo forró. Com a popularização, a festividade ganhou traços mais divertidos e descontraídos, agregando elementos tradicionais da vida no campo.

    Ultimamente as Quadrilhas Juninas são o oposto, inovadas, criativas e etc.

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  2. Aluno: Lucas Souza da Silva Santos
    Série: 2° ano B

    • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    • Quadrilhas Juninas:


    Os trajes que esbanjava riqueza, com tecidos finos, ganharam vestimentas mais simples e baratas, com estampas em xadrez. As sofisticadas valsas deram lugar a uma dança mais despojada, sendo substituídas pelo forró. Com a popularização, a festividade ganhou traços mais divertidos e descontraídos, agregando elementos tradicionais da vida no campo.

    Ultimamente as Quadrilhas Juninas são totalmente diferentes de antes. Com temáticas diferentes e principalmente evolução na parte da criação dos figurinos, cenários e coreográfias.

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  3. No Brasil, a dança chegou em meados do século XIX, no Rio de Janeiro, e assim como no seu país de origem, foi comum entre as classes sociais mais ricas da sociedade carioca. Somente no final do século XIX a festa dos ricos se popularizou e tornou comum entre as camadas populares, ganhando uma nova aparência.

    Os trajes que esbanjava riqueza, com tecidos finos, ganharam vestimentas mais simples e baratas, com estampas em xadrez. As sofisticadas valsas deram lugar a uma dança mais despojada, sendo substituídas pelo forró. Com a popularização, a festividade ganhou traços mais divertidos e descontraídos, agregando elementos tradicionais da vida no campo.

    Embora as quadrilhas sejam festejadas em todo território brasileiro, na região Nordeste as festividades ganham maior notoriedade. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança junina, também foram incorporadas aos fogos de artifício e comidas típicas da região.

    .Atividade complementares

    .Quadrilha Juninas

    Vinicius Da Silva 2B

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  4. Williane vitória 2°B
    Coco de roda
    Eu amo coco de roda,na vdd eu dançava coco de roda, me chama atenção, as danças, o jeito delas ser criada, me chama a atenção tbm, os movimentos e até os gritos de guerra, eu acho muito lindo, eu queria volta no tempo, e voltar a dançar coco de roda

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  5. dança pode ser considerada a primeira manifestação do homem em grupo, dirigindo-se às forças sobrenaturais.
    No Brasil, as danças indígenas eram realizadas em círculo, em expressão sagrada, adquirindo posteriormente um caráter lúdico.
    Algumas possuem conotações religiosas, cuja finalidade é solicitar algo ou agradecer às forças astrais por alguma dádiva recebida. As populares juninas já foram associadas a nobreza e, de acordo com pesquisadores, a quadrilha surgiu no século XVIII, na França.
    Em Paris, ocorriam danças coletivas, formadas geralmente por quatro casais, que tinham o nome de quadrille.
    As festas eram realizadas em palácios e apenas membros da aristocracia francesa participavam.

    Nome:Maria Eduarda paes 2°B

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  6. Rinaldo Santos 2°B

    Quadrilha junina

    A quadrilha é uma dança que vem perdendo sua essência, Pois na atualidade não tá sendo tão comum como antigamente, Mas mesmo assim é uma dança muito típica do nosso Nordeste e mesmo que perca aquela essência que ela tinha, Jamais será esquecida. É uma dança que admiro muito!

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  7. Luiz Fernando 2ºA

    Os folguedos caracterizam-se pelas letras quadras, sextilhas, oitavas ou outro tipo de verso,música melodia e instrumentos musicais que sustentam o ritmoritmo; Coreografia movimentação dos participantes em fila dupla, roda, roda concêntrica ou outras fformaçõe; temática enredo da representação teatral. Atualmente os participantes “cortam” os diálogos, pois somente a coreografia e a letra asseguram a compreensão dos acontecimentos na apresentação teatral do folguedo. Eles podem ser classificados em folguedos natalinos Reisado, Guerreiro, bumba-meu-boi, chegança, fandango, marujada, presépio, pastoril, pastoril profano, maracatu, taieiras, quilombo, cavalhada; folguedos carnavalescos cambindas, negros da costa, samba de matuto, Caboclinhos; folguedos carnavalescos com estrutura simples boi de carnaval, gigantões, cobra jararaca; folguedos de festas religiosas mane do rosário.

    Pelas , temática, danças e ritmos, os folguedos de Alagoas são o ponto alto de nossa cultura. Para se ter uma ideia, o estado possui a maior diversificação em folguedos do país.
    Assim Alagoas continuas com a tradição.

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  8. Vitor César Emídio da Silva

    2°A"

    Assunto >QUADRILHA JUNINA

    Pelo que eu entendo na quadrilha é uma dança típica de São João, que pode ter dança Forró casamento de matuto e etc ... já Participei de dança de quadrilha em escola é muito divertido.

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  9. Aluno: Lucas Souza da Silva Santos
    Série: 2° ano B

    • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    • Quadrilhas Juninas:

    Lendo o texto eu percebi que essa dança era formada por quatro casais, diferente de hoje em dia que é formada por 60 ou mais casais, fora noivos e reis.

    O que me admira é que ultimamente as Quadrilhas Juninas são totalmente diferentes de antes. Com temáticas diferentes e principalmente evolução na parte da criação dos figurinos, cenários e coreográfias.

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  10. Aluno: Luan Souza da Silva Santos
    Série: 2° ano A

    • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    • Quadrilhas Juninas:

    O que me admira é a capacidade de inovar, deixando o espetáculo mais bonito e emocionante, que acaba deixando o público ovacionado com tanta dedicação e muito trabalho, seja com cenário, roupa e coreógrafia.

    Ultimamente as Quadrilhas Juninas são mais inovadas, criativas e etc.

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  12. aluna: Anny cristina nogueira dos santos
    turma: 2B

    ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    (FANDANGO)
    = relembra os sofrimentos de uma nau perdida, o sofrer da tripulação pela calmaria, fome, desespero e a solidão do mar. Retrata ainda as lutas e o heroísmo dos marujos. O espetáculo acontece em um tablado, armado em frente à igreja ou em qualquer outro local ao ar livre, previamente escolhido.

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  13. MARIA EDJANE 2°B

    • QUADRILHAS JUNINAS
    Eu gosto de ver as QUADRILHAS pq acho muito criativos, E muito interessantes e as danças que são lindas, E sem contar das comidas típicas que são maravilhosas.

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  14. Carlos Davi 2°A

    Quadrilhas Juninas

    A Quadrilha sempre foi uma dança muito comun na época de são joao, tem uma grande história é até hoje você ver em colégios sempre continuando a tradição sempre achei interessante, já dancei é assisti no colégio era muito divertido é empolgante.

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  15. Adrielle trágino dos Santos 2°A

    Atividades complementares

    Quadrilhas juninas.

    Embaladas por músicas instrumentais típicas do interior, a folia é caracterizada por casais vestidos com roupas e acessórios caipiras. É geralmente dirigida por um marcador, que narra a história, faz brincadeiras e conduz o espetáculo. Atualmente as juninas, como são carinhosamente chamadas, esbanjam modernidade e protagonizam competições para esquentar a festança.

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  16. Aluna:Wyllyanna Brunna Souza Mota
    Série: 2° ano A

    Atividades complementares

    QUADRILHAS JUNINAS!

    É meu tema de preferência porque eu gosto da dança, das roupas, dos temas, é um tema que chama atenção que pessoas gosta de prestigiar as apresentações. Caracterizada por casais com roupas combinando, trage matuto ou que mostra riqueza. Um tema que eu gosto muito de notar.

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  17. Rayssa Evelyn 2 ano A

    Coco de roda

    O coco de roda é o que eu mais gosto pela coreografia, as roupas, a alegria de quem dança tudo é muito bem trabalhado, o entusiasmo das pessoas que dançam é muito bonito de se ver.

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  18. • ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

    • Quadrilhas Juninas:

    Já participei muito de quadrilhas quando era menor e as suas características são essenciais para as festas de São João. As roupas e a dança são maravilhosas.

    2°A

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  19. Wagner Joaquim 2°B
    Quadrilha Junina
    É a dança, que não é somente dança,eu chamo de vida do São João. Quadrilha contagia, e alegra a todos,e ensina muita coisa através dos temas, tanto regionais, como de fora

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  20. NATHANIELY VITÓRIA 2* B *Coco de roda* O Coco de Roda é uma dança nordestina muito rica em poesia, ritmo e expressões corporais. Dizem que ela teve origem nos cantos de trabalho dos tiradores de coco no Submédio São Francisco, mais precisamente em Pernambuco e Alagoas, e que somente depois ela virou um ritmo de dança.
    Ela é formada por uma roda onde, em pares, os participantes dançam conforme o ritmo do tirador, a pessoa que tira os cocos, que canta e improvisa versos no meio da roda. Os que participam da roda não precisam de uma vestimenta própria e podem dançar calçados ou descaços. Além disso, acompanham com palmas e tocam instrumentos de percussão, mas ajudam no canto apenas no refrão.
    A influencia africana é muito clara tanto no ritmo quanto nos movimentos da dança, mas existe também uma forte contribuição indígena na estrutura da dança. Em um clima de muita alegria, homens, mulheres e crianças cantam e dançam o Coco de Roda com vigor e resistência, muitas vezes até amanhecer.

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  21. Gabriela cristina 2 a
    Amo quadrilha ,uma dança tipica ,linda organizada e valorizada .
    Cada ano os grupos de quadrilha suprende ,inovando e demostrando a cultura linda que temos.

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  22. Cleber Lucas Vieira da Silva 2°A
    dança pode ser considerada a primeira manifestação do homem em grupo, dirigindo-se às forças sobrenaturais.
    No Brasil, as danças indígenas eram realizadas em círculo, em expressão sagrada, adquirindo posteriormente um caráter lúdico.
    Algumas possuem conotações religiosas, cuja finalidade é solicitar algo ou agradecer às forças astrais por alguma dádiva recebida. As populares juninas já foram associadas a nobreza e, de acordo com pesquisadores, a quadrilha surgiu no século XVIII, na França.
    Em Paris, ocorriam danças coletivas, formadas geralmente por quatro casais, que tinham o nome de quadrille.
    As festas eram realizadas em palácios e apenas membros da aristocracia francesa participavam.

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  23. Flaviana Karolyne 2B

    Quadrilha junina, por ser o mais conhecido , pelo menos por mim. Onde se tem as comidas típicas das festas juninas , as comemorações aos santos , as roupas xadrez, brincadeiras, danças...

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  24. Emile Jeslen Cavalcante Salustiano 2°

    ATIVIDADES COMPLEMENTARES

    Apesar de frequente no litoral, acredita-se que o coco surgiu no interior, provavelmente nos quilombo, a partir do ritmo originado da quebra dos cocos para a retirada da amêndoa, com sua dança e tradição musical cantada, tornou-se um modo privilegiado de transmissão e manutenção do conhecimento e da tradição popular. No entanto, devido à sua origem nas camadas oprimidas e marginalizadas da sociedade, o coco sempre sofreu a discriminação dos meios de comunicação das classes dominantes.

    O som característico do coco vem de quatro instrumentos (ganzá, surdo, pandeiro e triângulo), mas o que marca mesmo a cadência desse ritmo é o repicar acelerado dos tamancos (que são usados para imitar o barulho do coco sendo quebrado).

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  26. Maciele Alves 2°ano "B"

    •FANDANGO

    Romance, dança, música, anedotas, ditos, lendas e orações compõem o fandango nas regiões Norte e Nordeste. Relembra também sofrimentos de uma nau perdida, o sofrer da tripulação pela calmaria, fome, desespero e a solidão do mar. Retrata ainda as lutas e o heroísmo dos marujos. O espetáculo acontece em um tablado, armado em frente à igreja ou em qualquer outro local ao ar livre, previamente escolhido. Cantigas náuticas.

    Acho bonito o modo de apresentação desses marujos, também pela história do que muitos na época passou.

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  27. A quadrilha é uma dança que vem perdendo sua essência,dança pode ser considerada a primeira manifestação do homem em grupo, dirigindo-se às forças sobrenaturais.

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  28. Aluna: Yasmin da Silva Alves
    Turma 2 ano B


    É a dança, que não é somente dança,eu chamo de vida do São João. Quadrilha contagia, e alegra a todos,e ensina muita coisa através dos temas, tanto regionais, como de fora.

    Atualmente as juninas, como são carinhosamente chamadas, esbanjam modernidade e protagonizam competições para esquentar a festança.

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